Cidade Nova de cara nova
Por: Leitor
Gostei demais da nova "cara" de Cidade Nova: mais leve, mais atual, mais convidativa à leitura. Os e-mails dos autores também criam a oportunidade de uma maior interação, uma vez que o ideal dos Focolares é a unidade. Parabéns!
Maria Augusta Lacerda - Anápolis (GO)
Parabéns pelo conteúdo e pela objetividade dos artigos. A Paz é um tema que interessa a todos nós. A matéria do diálogo inter-religioso foi motivo de grande alegria, justamente por sabermos da grande influência de Chiara nesta construção.
Maria de Fátima Palmeira - Parnamirim (RN)
Os testemunhos que são colocados me ajudam muito, iniciei há pouco tempo a trabalhar na prefeitura da minha cidade, no setor de departamento de pessoal, sabem como dizem: "funcionário publico... é tudo moleza!" Mesmo sendo concursada sinto que preciso fazer meu trabalho bem e com dignidade. A revista Cidade Nova me impulsiona a melhorar o mundo ao meu redor. Obrigada a todos!
Mara Camilo - Itapetininga (SP)
Meio ambiente
Li o artigo sobre meio ambiente na revista Cidade Nova de janeiro. Quero esclarecer que não acredito em aquecimento global. Os países mais desenvolvidos inventaram alguns dados falando em aquecimento global, a fim de travar o desenvolvimento sustentável dos países emergentes. A terra está esfriando. Qualquer dúvida procurem o metereologista que concedeu entrevista na Bandeirantes no Canal Livre ou falem com o metereologista Dr. Luiz Renato Lazinski (INMET - Curitiba, fone: 41/3232.0066).
Marcos Schlegel - Joaçaba (SC)
Estou plenamente de acordo com o artigo sobre meio ambiente publicado na revista anterior: "O problema (e a solução) somos nós". Acredito que a situação mundial poderá sofrer uma mudança de rota se cada um de nós tomar consciência da importância de fazer a própria parte. Lembrei-me de uma conhecida fábula de um beija-flor que carregava no bico uma pequena gota de água, indo e voltando do rio, para colaborar no combate a um incêndio na floresta. Ao ser questionado sobre a insignificância do seu esforço, respondeu: "Se todos carregassem a própria gota, o incêndio já teria sido vencido".
Acabamos de acompanhar pela mídia os resultados da Conferência de Copenhague e sinto dizer que o que vemos são os mesmos interesses de sempre, com documentos paralelos vazando à imprensa, grupos defendendo apenas as próprias causas sem que uma voz sequer se levante para defender o planeta. Será que todos esses chefes de Estado, que deveriam posicionar-se pelo bem comum de seus povos, não percebem que a ruína deste mundo em que vivemos também afetará a eles próprios, ou a seus filhos, a seus netos? Desculpe o desabafo!
Um leitor decepcionado
Compreendemos o seu estado de ânimo e concordamos que as expectativas ao redor da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 15), realizada em Copenhague, Dinamarca, de 7 a 18/12/2009, deixaram a desejar. O documento final foi considerado insatisfatório para reduzir a ameaça do aquecimento global, mas um pequeno passo à frente foi dado.
Segundo o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o acordo tem méritos, como: almejar a limitação do aquecimento abaixo de 2 graus Celsius da média histórica; o compromisso dos países desenvolvidos para listarem seus objetivos de redução de emissões de gases do efeito estufa (GEE) e ações mitigantes das emissões pelos países em desenvolvimento até 2020; a criação de fundos de 30 bilhões de dólares a serem investidos a curto prazo nos países menos desenvolvidos até 2012 e de 100 bilhões de dólares anualmente até 2020 num financiamento de longo prazo; a criação de mecanismos que apoiem a transferência de tecnologia limpa e a defesa das florestas.
O que temos diante de nós agora é o desafio de preparar o caminho para que o acordo legalmente válido seja aplicado na COP16, no México, de 29 de novembro a 10 de dezembro.
Palavra de Vida
É ótima esta reflexão que mensalmente é publicada. Podemos nos enriquecer espiritualmente e também ajuda aos que não se sentem aceitos pelas pessoas, desejando assim serem amados por Deus. Tenho a assinatura da revista e a empresto aos que desejam ler, que sempre ficam muito satisfeitos.
Ignez Dellazeri - Lajeado (RS)
Sexualidade
Folheando a revista Cidade Nova de janeiro ficamos impressionados com a atualidade dos assuntos e o compromisso com a vida na base de todos os seus artigos.
Como família o primeiro assunto que nos atraiu foi "Sexualidade como linguagem do amor". Assim que começamos a ler nos dissemos: "Parece que estão falando de nós há um tempo atrás, não é mesmo?" Depois de quase 27 anos de casados, com a vida e a ajuda de pessoas como vocês, fomos aprendendo a nos ouvir. Esse foi o impulso a ler o artigo inteiro, num fôlego só.
As famílias bem constituídas e com bases sólidas são fundamentais para os filhos, para cada pessoa e para a sociedade. Como somos assinantes da revista há muito tempo, sabemos da preocupação com a formação para as famílias. Por isso achamos muito oportuno iniciar essa série de textos dada à importância deste assunto - sexualidade - que é uma das expressões básicas do relacionamento do casal.
Temos filhos jovens e mantemos contato com outros que se preparam para o casamento. Conhecemos também famílias que, como os jovens, vivem imersos na vida cotidiana, muitas vezes não encontrando o tempo para refletir sobre esse assunto, arrastando problemas durante anos.
Essa série de artigos, como pudemos perceber pelo primeiro, tendo uma linguagem simples, clara e objetiva, contribuirá significativamente não só na preparação dos noivos para um casamento estável, mas também ajudará a fortalecer ou até mesmo a restabelecer o relacionamento de casais já comprometidos com o matrimônio.
Com tudo isso, ficamos muito satisfeitos e queremos agradecer de coração à Cidade Nova.
Maria Aparecida e Dimas De Marque
(Itu - SP)
ERRAMOS
Ao contrário do que foi publicado na edição de janeiro de Cidade Nova, no artigo das páginas 34 e 35 - "Uma carona para a Vida" - os assassinos de Alberto Fernándes eram membros do Exército brasileiro (um soldado e um cabo).
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Juntos por uma Cidade Nova
Desde 1978, Maria Catarina de Carvalho Paiva, de Belém (PA), conhece a revista Cidade Nova. No final da década de 90, ela recebeu a proposta de se tornar promotora de assinaturas e passou a ver nesse trabalho uma forma de doar o seu tempo por uma revista que exprimia a sua própria filosofia de vida: a fraternidade. Até hoje Catarina percebe que a publicação, além de informar sobre o que acontece no dia a dia, dando uma visão ampla de fatos e acontecimentos, também forma os leitores. Isso a motiva cada vez mais a divulgar a revista entre amigos, colegas e familiares, principalmente no período da Ação Cidade Nova para a renovação e realização de novas assinaturas.
A cada Ação da revista, Catarina se dedica a oferecer Cidade Nova aos seus assinantes, seja por telefone ou no contato direto.
Além de fazer suas próprias assinaturas, ela também organiza o material de outras promotoras a ser enviado à editora. Como coordenadora de região, lembra que até bem pouco tempo datilografava com capricho cada relação de assinantes antes de enviar o material. O trabalho era intenso, afinal ela cuidava de toda a cidade de Belém! "Apesar de ser um trabalho um pouco cansativo, é uma das coisas que me realiza", diz.
Para a Ação Cidade Nova 2010, Catarina espera que todas as regiões e também a de Belém atinjam as suas metas o quanto antes. Indagada sobre a sua expectativa para a Ação, ela afirma: "Estou com o mesmo entusiasmo de antes! Principalmente agora, que a revista está dando mais espaço para temas comportamentais e sociais. Isso é um motivo a mais para que todos divulguemos Cidade Nova".
Referindo-se aos leitores da revista, Catarina declarou: "Gostaria que ninguém deixasse de assinar Cidade Nova e principalmente de lê-la. Considero a publicação uma forma de evangelizar e transformar a nossa história; uma forma de meditar sobre os temas contemporâneos da sociedade".