Editora Cidade Nova

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Cartas

Vida Sexual

Por: Leitor

 

Gostei muito dos artigos sobre a sexualidade do casal (vida de família). Todas as expressões foram colocadas com muita precisão e delicadeza. Geralmente, outras revistas mais conhecidas tratam desses assuntos com muita vulgaridade. Em Cidade Nova não é assim... Com certeza orientará muitas famílias e jovens. Aliás, se todas as famílias tivessem oportunidade de ler artigos como os de Cidade Nova,  o mundo seria bem diferente.

 

Célia Cals de Vasconcelos, médica - Brasília (DF)

 

Parabéns pelo tratamento que vocês estão dando ao tema "sexualidade" que tem sido abordado nas últimas edições de Cidade Nova. É uma grande contribuição para todos os leitores. Esse assunto chegou no momento em que estou desenvolvendo um trabalho cujo tema é "sexualidade: lugar da experiência de Deus". Aproveito para sugerir que sempre seja tratado algum assunto sobre sexualidade na revista.


Mardonia Matos - São Paulo (SP)

 


  Separação

Gosto muito das matérias de Cidade Nova sobre a vida de família e o relacionamento do casal. Em algumas edições, vocês trataram da questão da separação e de como preveni-la. O que vocês diriam a quem não optou pela separação, mas foi abandonada pelo cônjuge? Como enfrentar essa situação sem perder a fé no amor de Deus?


A.C. (assinante há vários anos)

 

Esse assunto mereceria uma reportagem muito mais ampla - o que já está no programa de Cidade Nova para as próximas edições -, mas não queremos perder a ocasião para dizer o quanto a consciência do amor de Deus pode ajudar a pessoa a enfrentar também a dor causada por uma separação. Para quem passou pela provação de uma separação conjugal a ausência de amor assume proporções enormes, pois a ela se somam sentimentos como decepção, abandono e fracasso. Isso acontece mesmo depois de anos... e ainda mais quando as feridas são recentes.


A experiência demonstra que a solidão de um separado não é a mesma de alguém que optou por ficar solteiro. Nem é igual à solidão experimentada por um viúvo ou uma viúva. Depois da separação, não é fácil repaginar a própria vida, que antes era partilhada completamente com uma outra pessoa a quem se amava. Na verdade, pelo menos teoricamente, o casamento havia sido a resposta a uma vocação de ambas as partes. Mas qual é a vocação de um homem ou de uma mulher separados? Na maioria dos casos, a separação é como uma ferida que não se cicatriza.

 

O trabalho e outras diversas atividades podem ser uma maneira de tentar preencher o vazio deixado pela separação, mas a insatisfação permanece.  O que fazer? Só a descoberta de um amor maior pode suavizar a dor da separação. E é aqui que entra Deus. Para quem faz a experiência de seu amor abre-se um caminho: continuar amando. De fato, a experiência do amor de Deus está diretamente relacionada com a vocação do homem ao amor, em qualquer situação em que se encontra. Todos nós fomos criados para amar e para sermos amados.

 

O sentimento de ser amado desperta em nós novas energias que nos estimulam a olhar ao nosso redor e a não pararmos na nossa dor. No Evangelho de João está escrito: "Passamos da morte para a vida porque amamos os irmãos". Essa experiência de passar do fechamento na própria dor para a abertura do amor ao outro pode ser feita também por quem está separado. Amar, portanto, é o melhor caminho para romper o círculo vicioso do fechamento que a solidão pode gerar.


Mudará alguma coisa na nossa situação? Pode ser que sim. Na maioria das vezes, externamente, a vida continuará como antes. A experiência vivida por muitas pessoas - algumas das quais já ocuparam as páginas de nossa revista com os seus testemunhos de vida - é que, se por amor a Deus, amarmos o próximo como a nós mesmos, até a escuridão mais negra é iluminada; a angústia é superada. Isso por-que quanto mais se ama mais se experimenta um amor maior, e o amor é sempre fonte de paz, de luz e de força.

 


  2010 com Cidade Nova

 

Gostaria de parabenizar a presidência, a diretoria, os jornalistas, colunistas e funcionários da redação da revista Cidade Nova pelo excelente trabalho e profissionalismo que se reflete nas matérias e reportagens. São escritas de modo claro, objetivo e eticamente profissional. Desejo sucesso a todos, coroado com grande êxito e muita sabedoria, conhecimento, entendimento e, principalmente, discernimento em todos os seus caminhos e projetos. Que este ano de 2010 seja de grandes realizações.


Paulo Solução, assessor de imprensa da prefeitura de Salto (SP)

 


  Superando barreiras

 

Conheço algumas pessoas ligadas à duas penitenciárias no Estado de São Paulo e há algum tempo, juntamente com um grupo de amigos, temos aprofundado o conhecimento e o espírito fraterno com um grande número de detentos, por meio de várias atividades.
Assim, conseguimos recolher cerca de 1.200 exemplares, de vários anos, que foram distribuídos nas celas de duas penitenciárias, causando muita alegria.


Acredito que, se Cidade Nova deseja ser uma expressão de "fraternidade em revista", essa ação contribuirá para que a fraternidade aumente em lugares muitas vezes esquecidos.


Adriana Valle - Vargem Grande Paulista (SP)

 

Cidade Nova e Campanha da Fraternidade 2010

 

No dia seis deste mês, a revista Cidade Nova promoverá, em parceria com o Centro Filadelfia de Estudos da Economia de Comunhão e com o Centro Universitário Nossa Senhora da Assunção (Unifai), de São Paulo, o Seminário Economia e Vida. O objetivo do evento é contribuir no debate suscitado pela Campanha da Fraternidade deste ano sobre a relação entre economia e dignidade humana.


Além de fazer uma análise sobre os limites do atual modelo de crescimento, o seminário apresentará experiências concretas de como a economia pode servir para a inclusão social e para a promoção da dignidade humana, entre as quais a Economia de Comunhão.
Todos os leitores estão convidados a participar com a própria presença ou através de comentários e perguntas pelo e-mail revista@cidadenova.org.br.

 


Juntos por uma cidade nova

 

Prestes a terminar a faculdade de biblioteconomia, em 1994, a assinante e divulgadora de Cidade Nova Mônica Oliveira, que atualmente mora em São Roque (SP), decidiu fazer o trabalho de conclusão de curso com o seguinte tema: "Disseminando o espírito da unidade: um estudo do papel social da Edi-tora Cidade Nova".


A partir daí, Mônica passou a ter um contato contínuo com a editora Cidade Nova, num intenso trabalho de pesquisa do conteúdo tanto da revista quanto dos livros. "Esse contato com Cidade Nova, le-vou-me a valorizar os veículos de comunicação que difundem a cultura da paz e da fraternidade na sociedade que tanto almeja por isso", afirmou Mônica. Depois desse "convívio" com a mensagem de Cida-de Nova, Mônica intensificou o seu trabalho de divulgação da revista porque, segundo ela, "se trata de um veículo de comunicação eficaz, que transmite conceitos verdadeiros para os leitores". "A revista traz, para quem a lê, muitas respostas e orientações de forma clara, criando opinião".


Em 2008, Mônica concluiu uma especialização em recursos humanos, cujo assunto de dissertação foi o trabalho na Editora. O tema de pesquisa foi "O valor do trabalho e das pessoas. A realização e a satisfação profissional: estudo de caso da Editora Cidade Nova".


"A pesquisa realizada na Editora, me fez constatar a importância de se trabalhar em um ambiente a-gradável. Por meio do auxílio mútuo há satisfação no trabalho e realização profissional de seus colaboradores em todos os níveis. Foi o que me mostrou o resultado da pesquisa com os funcionários: 100% afirmaram sentir-se realizados no trabalho", declarou.


No mesmo ano que fez o curso de especialização, Mônica começou a desenvolver um projeto de inclusão cultural e social dos moradores de rua de São Roque através da leitura. A revista Cidade Nova foi o instrumento escolhido para o início das conversas e das reflexões com o público-alvo do projeto. Há alguns meses, com alguns amigos, Mônica estendeu o projeto à população carcerária de sua cidade.


O que a impulsiona a divulgar Cidade Nova? Ela mesma responde: "Tenho muita satisfação e alegria em fazer assinaturas, principalmente em divulgar a fraternidade entre as pessoas que fazem parte do meu convívio".

 

CARTAS para esta seção e comentários relacionados a todo o conteúdo desta edição podem ser en-viados para: cartas@cidadenova.org.br
Fax: (11) 4158.2252, ramal 216.
Endereço: Rua José Ernesto Tozzi, 198  Mariápolis Ginetta  Vargem Grande Paulista (SP)  06730-000.

 

Os artigos desta seção podem ser reproduzidos parcial ou totalmente desde que sejam citados a fonte e o autor. Imagens: só com autorização escrita da Editora Cidade Nova

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