Em 2026, completam-se 70 anos do nascimento da revista Città Nuova. Era 14 de julho de 1956 quando, em Fiera di Primiero, no norte da Itália, durante um encontro de verão dos Focolares chamado Mariápolis, a fundadora e primeira presidente do Movimento dos Focolares, Chiara Lubich, teve a ideia de criar um “folheto” que mantivesse todos os participantes em contacto.
Desde então, milhares de publicações se sucederam e Città Nuova sempre se empenhou em tentar olhar para os fatos, ler e aprofundar a atualidade na ótica da fraternidade universal. Para dialogar sobre temas problemáticos, para estar perto dos mais frágeis, dos esquecidos, para construir pontes, para estar presente nas feridas da humanidade, para destacar sementes de paz e esperança, com um horizonte global que olha para o mundo unido.
Com a difusão do Movimento no mundo, surgiram edições em vários países. Hoje são 32 em 21 idiomas, impressa e online.
Margaret Karram, presidente do Movimento dos Focolares, dirigiu uma mensagem em vídeo no dia 7 de janeiro de 2026, na qual afirma que «hoje, diante das terríveis ameaças do nosso tempo – as guerras, as polarizações de todo o tipo, as crises ambientais, uma economia frequentemente baseada na exploração, os desafios éticos colocados pela inteligência artificial – Città Nuova escolhe ainda uma vez e sempre o diálogo:
Eis a mensagem completa em vídeo. Ative as legendas e escolha o idioma desejado.
Assista agora, clicando aqui.
Foto da capa: Sai a primeira edição da Città Nuova, 14 de julho de 1956. © Arquivo Audiovisual da CSC
Texto publicado originalmente pelo site internacional do Movimento dos Focolares.