
Veja documento na íntegra. O conteúdo é anexo da reportagem "Precisamos falar sobre pedofilia", da edição de novembro da revista Cidade Nova

SANTIDADE Cofundadora do Movimento dos Focolares foi exemplo de retidão de caráter, atuação concreta no combate à pobreza e coerência com valores de fraternidade

Quantas vezes ouvimos alguém bater à nossa porta! Pode ser o carteiro, o vizinho de casa, o amigo do filho, mas também o desconhecido... O que será que ele quer? Será prudente abrir, deixar entrar em casa alguém que não conhecemos bem?

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo.” (Ap 3,20)

COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA Adolescentes de favelas do Rio de Janeiro desenvolvem projetos culturais e aprendem sobre a potência de ter uma câmera na mão

CASA VINCULAR Projeto de Recife restaura vidas e sonhos através de um restaurante popular voltado a pessoas em situação de rua