Norte da Itália, década de 1950. Um numeroso grupo de simpatizantes do Movimento dos Focolares transcorre anualmente um período nos Alpes Dolomíticos para uma experiência de convivência, as Mariápolis .
A fim de manter interligados os seus participantes, apareceu em 1956 o primeiro número de um periódico de três folhas mimeografadas a álcool. Seu título continha o programa daquela experiência e também um sonho arrojado e profético: Cidade Nova. Cidade como espaço simbólico de toda a sociedade humana, e Nova, renovada pelo amor, proposto pelo Evangelho e pela “regra de ouro” presente nas grandes religiões, que é inclusivo, universal, aberto, misericordioso, capaz de gerar relações recíprocas e fraternas.

Em 1958, esse periódico, já enriquecido com mais páginas, impresso em gráfica e com milhares de assinantes, passou a ser publicado também em língua portuguesa, para seus primeiros leitores brasileiros.

Em 1960, os textos de Chiara Lubich aí publicados foram reunidos num pequeno livro com o despretensioso título de Meditações, dando início à atividade editorial.

Passados mais de cinquenta anos, Cidade Nova constitui atualmente uma rede de 27 periódicos no mundo, em 20 idiomas, e 11 editoras de livros. Cada redação é autônoma, com uma identidade local, de acordo com a cultura e as demandas de cada povo, mas todas com uma linha editorial comum: a certeza de que todos os homens e as mulheres são irmãos entre si e que, apesar de todas as vicissitudes, a história caminha rumo à composição da humanidade numa única família.
Hoje a Editora Cidade Nova brasileira publica uma revista mensal, Cidade Nova, possui cerca de 150 títulos em catálogo, em formato impresso, e cerca de 50 em formato eletrônico, publica a agenda Recriar®, além de manter este site.