Educação
  

Três escolas brasileiras entram para o programa Escolas Transformadoras

Escolas Odé Kayodê (GO), Projeto Âncora (SP), e Hermann Gmeiner (AM) passam a fazer parte de uma comunidade mundial de escolas inovadoras

por Porvir*   publicado às 09:31 de 25/07/2018, modificado às 09:40 de 25/07/2018

Três novas escolas brasileiras foram reconhecidas pelo programa Escolas Transformadoras, iniciativa da Ashoka, realizada no Brasil com o Instituto Alana, que reúne instituições de todo o mundo comprometidas com a mudança da educação. A Escola Pluricultural Odé Kayodê, de Goiás (GO), o Projeto Âncora, de Cotia (SP), e o Centro Municipal de Educação Infantil Hermann Gmeiner, de Manaus (AM), agora integram uma comunidade de 21 escolas brasileiras e outras 262 escolas espalhadas em 34 países.

O programa teve início nos Estados Unidos, em 2009, como resultado da crença de que todos podem ser transformadores da sociedade e de que a escola é um espaço privilegiado para formar sujeitos com senso de responsabilidade pelo mundo. No Brasil, a iniciativa foi lançada em setembro de 2015, período em que foram reconhecidas 10 escolas.

Para ser reconhecida como uma escola transformadora, a instituição deve atender alguns critérios do programa, como estar alinhada com a visão de que todos podem ser transformadores, entende a criança e o jovem sob uma perspectiva integral do desenvolvimento, demonstrar capacidade de inovação e influenciar o ecossistema da educação.

Conheça as novas escolas brasileiras reconhecidas pelo programa:

Escola Pluricultural Odé Kayodê, de Goiás (GO)

Localizada em um espaço com muitas árvores, esculturas, referências religiosas afro-brasileiras e símbolos indígenas, a escola é um espaço de resistência e valorização das culturas. Entre outros destaques, ela aposta na formação multicultural dos alunos para que eles reconheçam suas heranças ancestrais e culturais e sejam agentes de transformação no seu território.

 

Projeto Âncora, de Cotia (SP)

Referência nacional em práticas educacionais inovadoras, o Projeto Âncora foca na autonomia dos estudantes e no desenvolvimento de cidadãos comprometidos com a vida social. Em um espaço amplo, os estudantes podem escolher os temas que sejam estudar e são orientados por tutores.

 

Centro Municipal de Educação Infantil Hermann Gmeiner, de Manaus (AM)

Desde 2016, a escola investe em propostas pedagógicas desenvolvidas pelos próprios educadores ao invés de usar sistemas apostilados. Entre os seus pilares, ela incentiva o protagonismo das crianças, o brincar e a experimentação. Além disso, a instituição está aberta para acolher a comunidade e a diversidade.

Centro Municipal de Educação Infantil Hermann Gmeiner, de Manaus (AM). Foto: Divulgação

*Texto original publicado pelo Porvir.